Archive for the 'Internet' Category

Set 22 2008

Snapshots

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O Snapshots é um plug-in que se adiciona a um blog e que permite pré-visualizar um link quando se passa por cima dele ou do pequeno balão que o identifica. É uma ferramenta muito útil mas que por vezes é mal utilizada o que torna uma página difícil de ver.

Enhanced with Snapshots

Alertado pelo Paulo Querido para a utilização nem sempre muito correcta do Snapshots decidi ir verificar quais as configurações que estava a utilizar nesta ferramenta. Já usava os Snapshots desde o início deste blog e nunca mais lhes mexi nas configurações. Felizmente graças aos (sábios) conselhos do Pedro Santos já usava esta ferramenta de uma forma que causa pouco ruído.

Pessoalmente gosto bastante desta ferramenta e considero-a muito útil mas nunca tinha aqui falado dela. Uma das minhas funções favoritas é permitir pré-visualizar os links da Wikipedia (que aparecem sinalizados com o W dentro do balão) o que facilita em muito compreender os conceitos de forma rápida sem abandonar o que estamos a ler.

Tem disponível plug-ins para Wordpress, Typepad e Blogger (principais plataformas) o que lhe permite funcionar de forma correcta com todos os blogs. Instala-se de forma muito fácil e também é totalmente personalizável, desde cores a tamanhos de forma a se adequar da melhor forma a cada blog.

Um dos inconvenientes da sua utilização é que quando mal configurada produz muito ruído, o que acontece frequentemente, pois a janela de pré-visualização está sempre a aparecer. Além disso a página tem de ter poucos links ou pode perder o interesse (alguns bloggers abusam dos links). Uma das vantagens é que dá para retirar para os links internos (aconselhável).

Tal como a maioria dos plug-ins que se utilizam atrasa ligeiramente o carregamento da página, mas é quase imperceptível.

Uma das coisas que não gosto é que quando se pré-visualiza outros blogs só mostra o resumo do feed em vez de mostrar o site. Não permite nem ler as entradas (pois são um resumo) nem ver o aspecto do site. Além disso só aparece no site e não no nosso feed, o que a torna algo inútil quando a maioria das leituras é feita sem visita presencial ao site.

É uma ferramenta útil mas não é essencial.  Além disso há quem não goste e não a utilize quando está disponível. Podem dar uma olhadela ao Blog Diário do Paulo Freixinho que mostra como configurar da melhor maneira os Snapshots.

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Set 20 2008

I’m (also) a PC…

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Também eu sou um PC. Mesmo sem mudar de sistema. Não sou nem melhor nem pior que os outros. Nem diferente.

Comigo funciona e chega-me.

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Set 15 2008

A bronca do SiteMeter

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Sou viciado em estatísticas!

Adoro números e consulto frequentemente os dados das visitas aos meus blogs. É verdade e admito-o.

E por isso tenho desde há bastante tempo nos meus blogs o SiteMeter instalado juntamente com o Google Analytics. Apesar de ser um pouco redundante ter as duas ferramentas instaladas uso-as de maneira diferente.

Enquanto para mim o Google Analytics serve mais para fazer análises ao longo do tempo das visitas e seus padrões o SiteMeter é mais como um contador (apesar de não ser visí­vel o número de visitas no blog). Não tem o mesmo poder que o Analytics mas dá-me a informação que quero de forma rápida e fácil. As análises complicadas faço-as com os dados do Analytics.

Quando em Fevereiro de 2008 o SiteMeter começou a falar da nova versão fiquei curioso. Sendo uma ferramenta que uso regularmente (por vezes até demasiadas vezes ao dia) qualquer alteração seria importante. Desde que fosse para melhor.

Finalmente foi anunciado que a migração para os novos servidores ocorreria durante este fim de semana o que me levou a pensar que tinha sido um processo bem planeado e preparado.

Pois…

O que acabou por se ver foi completamente diferente. O novo site foi bastante mal recebido. Na minha opinião era demasiado complicado e o SiteMeter estava desvirtuado. Tinha perdido a simplicidade que atraía a maioria dos seus utilizadores. Além disso por alguma razão não funcionava bem.

Entre o processo de registo e migração de contas e perceber o funcionamento perdi quase 2 horas para no final não saber quantas visitas já tinha tido naquele dia. Algo que com o site antigo não demora mais de 30 segundos.

Afinal a tão bem planeada mudança não passou de conversa. De uma manobra de relações publicas. Além disso estranhei também o facto de ter sido tão mal recebido. Não testaram o novo visual e as funcionalidades? Ou apenas decidiram que era aquilo que as pessoas queriam sem perguntar nada a ninguém?

Eu sei que uso o SiteMeter de forma gratuita e por isso se calhar não me devia estar a queixar. Mas se o objectivo de fornecer uma ferramenta de forma gratuita com funcionalidades reduzidas é atrair clientes para a versão paga então não será boa ideia que aquilo funcione bem? Eu pelo menos não vou pagar por uma coisa que não me pareça funcionar bem.

No final do dia lá o SiteMeter voltou atrás e recuperou o site antigo. Reconheceu o erro e teve o bom senso de regressa à plataforma antiga e pedir desculpas.

Mas que deixou má impressão deixou…

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Set 09 2008

A minha opinião do Google Chrome

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O Google Chrome foi lançado no passado dia 2 de Setembro e muito rapidamente alcançou uma quota de mercado significativa (cerca de 3% em 1 dia) principalmente devido ao enorme hype que se gerou à volta dele devido à divulgação antecipada das funcionalidades.

Fiquei com muita curiosidade em experimentar este novo browser e decidi instalá-lo logo que possível e por isso já o estou a usar há cerca de 1 semana.

A instalação é muito fácil e vê-se logo que por parte do Google houve uma preocupação em o tornar simples para todos os utilizadores.

Quando iniciei o browser vi logo algumas diferenças em relação ao Firefox. No meu caso é muito mais rápido a iniciar o Google Chrome, o que se deve ficar a dever à quantidade de extras que tenho instalados no Firefox pois nos últimos tempos tinha-o personalizado muito para o meu uso e estou algo dependente de alguns dos seus extras (principalmente do Google Reader Notifier e do Gmail Notifier).

Por outro lado esta é uma das falhas do Google Chrome que para power users é demasiado simples. O Firefox permitia uma muito maior personalização e acrescentar uma série de extras conforme as necessidades. Na minha opinião é talvez a maior falha do Google Chrome e que pode afastar alguns utilizadores. Compreendo que o Google queira manter o Chrome simples, mas questiono-me se não seria boa ideia então ter duas versões (uma mais básica e uma “profissional”) de modo a satisfazer todos os tipos de utilização.

Quanto ao modo de funcionamento também o Chrome optou pelas Tabs (ou separadores em Português) que é já uma característica dos principais browsers. Mas aqui o Google introduziu algumas alterações. Os Tabs estão localizados no topo da página, ocupando o espaço da barra do programa que era uma zona sem grande utilização. Isto permite uma janela de navegação muito maior.

Outra novidade é que os Tabs podem ser separados da janela principal criando assim uma nova janela. Também é possível arrastar os Tabs de janela para janela, o que dá muito jeito para os mover. Aliás esta última característica devia ser utilizada por mais programas pois por vezes dou por mim a tentar fazer o mesmo no Excel. Isso só prova que a ideia é boa pois numa semana já me viciei nesta funcionalidade.

Mas as inovações relacionadas com os Tabs não acabam aqui. Neste novo browser cada Tab é um processo diferente (é como se fosse cada um um programa diferente) o que em caso de falha critica não implica perder todos os separadores ou janelas abertas. Para mim já se provou útil.

Para quem gosta de mais privacidade ou usa muito computadores partilhados existe uma opção de navegação incógnito, onde após o encerramento do Tab todos os registos são apagados.

Encontrei também muita utilidade na procura automática na barra do URL. À medida que vamos inserindo uma morada vão-nos sendo dadas algumas sugestões o que é muito útil quando se procura algo sem termos a necessidade de ir a um motor de busca. As sugestões vão aparecendo em baixo de uma forma que não perturba.

Mas nem tudo são rosas. Talvez por ainda ser uma versão Beta encontrei alguns problemas ou falhas além das já descritas.

O corrector ortográfico (que no Firefox funcionava muito bem) é uma desgraça. Não apanha quase nada. A mudança de linguagem requer uma ida ao menú, que comparado com o simples botão do lado direito do Firefox é uma desvantagem principalmente para quem usa ambientes multi-línguas (Português e Inglês no meu caso).

Outra coisa que gosto num browser e que acho que faz falta no Google Chrome é a barra de progresso. A página parece acabar de repente na barra do Windows o que é estranho ao início. Não sabemos se a página carregou toda ou se ainda não. O DONE faz-me falta. Vícios antigos são difíceis de perder mas parece-me que são relevantes. A barra que aparece enquanto carrega uma página ou quando estamos sobre um link (e que nos permite pré-visualizar a morada de destino) é pouco visível.

Além disto também tenho reparado que há um problema qualquer com os feeds. Não funcionam bem e quando carrego num link de feed devolve uma página imensa de código. É algo estranho pois tendo em conta que também fizeram o Google Reader (que uso e abuso) deveriam ter tido mais cuidado. Aqui o Firefox é claramente muito superior ao relacionar-se com os feeds e falta o símbolo de feed na barra de URL - um dos locais favoritos para carregar nos feeds e uma alternativa quando falta link no site. No entanto com os feeds do FeedBurner funcionou bem. Acho que o problema deve estar em não ter um leitor de feeds associados (como se pode definir no Firefox).

Conclusão:

Ainda não escolhi qual vou utilizar e não sei se substitui o Firefox. Pelo menos por agora da maneira como está a funcionar. Talvez volte para o Firefox até o Chrome ter mais algumas funcionalidades que preciso/gosto.

Demorei mais a fazer esta análise para ter calma e não me precipitar. Vi muitas opiniões e não acrescento quase nada de novo.

Por um lado sinto-me com um traidor do Firefox mas por outro tenho uma estranha vontade de continuar a usar este browser. Não sei bem porquê mas sinto.

Dou classificação temporária de 3 estrelas pois é demasiado simples para ter mais, mas note-se que ainda é um Beta que pode ser melhorado no futuro. Por enquanto o seu ponto forte é mesmo a simplicidade.

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Set 02 2008

Gostei do que vi do Google Chrome (até agora)

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O lançamento do novo browser Google Chrome é uma das grandes notícias de hoje e é claro que também eu fiquei curioso.

Para melhor explicar o seu funcionamento e a ideia por detrás do novo conceito que este browser pretende introduzir o Google fez uma banda desenhada que explica tudo de uma forma muito simples e divertida (em inglês).

Depois de ter perdido um tempinho a ler tudo devo admitir que fiquei muito bem impressionado. Para começar está tudo muito bem explicado de forma a quase qualquer um perceber tudo. Depois está feito de uma maneira bastante divertida e muito bem ilustrado.

Mal posso esperar por amanhã fazer o download do Google Chrome e experimentar o seu funcionamento pois pelo que vi parece ser (quase) perfeito, pelo menos para as minhas necessidades.

Fiquei até com a impressão de que este sistema seria melhor que o Firefox (que eu tanto adoro e quase me sinto um traidor a admiti-lo).

O Google soube muito bem deixar-nos com água na boca em relação a este novo browser. Depois de experimentar logo digo mais qualquer coisa.

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Ago 18 2008

Configurar o SAPO ADSL manualmente

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Aproveitando o feriado de 15 de Agosto fui passar o fim de semana fora. Decidi levar o portátil pois ia ter acesso a uma ligação à internet através do Sapo ADSL.

E aqui começaram os “problemas”. O dono da ligação SAPO ADSL tinha deitado fora o CD de instalação do modem que automaticamente configura toda a instalação. Em todo o caso e visto que tenho o Windows Vista instalado provavelmente não teria servido de muito pois o CD já era antigo.

Restou-me então fazer todo o processo manualmente.

Primeiro fui ao site do fabricante do modem para fazer o download das drivers. No meu caso era um SpeedTouch 330 da Thomson, mas o procedimento é igual para os outros modelos e marcas utilizadas pelo SAPO ADSL. Felizmente como estava a usar o Windows Vista (nunca pensei dizer isto!) foi fácil localizar as referidas drivers mas penso que também devem existir para as versões anteriores do Windows.

Depois de instalar as drivers o problema mesmo foi conseguir configurar o acesso. Com algumas tentativas e erro lá consegui configurar tudo, mas sem antes perder algum tempo.

Para quem tiver um problemas semelhante ou precisar dos dados de configuração do Sapo ADSL (como aconteceu  com o leitor Luis Fernandes) a ligação é do tipo PPPoE com VPI = 0 e VCI= 35. Quanto ao DNS não é necessário colocar nenhum servidor pois automaticamente o modem procura obter um IP.

Claro que é essencial ter os dados de acesso fornecidos pelo Sapo, nomeadamente o utilizador (com o formato xx0000000@sapo) e a respectiva password.

(Pelas informações que encontrei o acesso do Clix também usa as mesmas definições mas não tive oportunidade de testar as definições).

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Ago 14 2008

Mais de 18 horas a jogar

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É uma daquelas histórias de que se houve falar de tempos a tempos e de momento é uma das mais faladas na internet. De acordo com o site Kotaku uma das criaturas chefe (boss) em Final Fantasy XI demora mais de 18 horas a matar.

Foi o que aconteceu a um das equipas (guilds) deste jogo, BeyondTheLimitation, que esteve durante 18 horas a combater uma criatura de nome Pandemonium Warden. Aparentemente a criatura mudou 20 vezes de forma. Ao fim das 18 horas sem sucesso os membros da guild decidiram parar pois já se sentiam efeitos a nível físico.

Mas não é suposto um jogo ser para divertimento? Estar 18 horas a jogar já é complicado e perigoso para a saúde. 18 horas num combate ainda mais perigoso é, pois os níveis de concentração necessários são muito maiores o que acaba por ter consequências a nível físico e mental.

Claro que um jogo tem de ser difícil. E é exactamente isso que os criadores de Final Fantasy XI (e na generalidade de todos os MMO) procuraram fazer. No jogo já existem diferentes criaturas chefe que exigem mais tempo e concentração para matar e que são mais complicadas que as criaturas normais. É esse mesmo o objectivo, de modo a manter o interesse por parte dos jogadores, apresentando desafios de diferente níveis.

No entanto é necessário haver algum equilíbrio. Não me parece que seja boa ideia haver criaturas demasiado difíceis. Não me refiro a ser difícil para um ou dois jogadores. Mas quando uma das guilds mais experientes e antigas de um jogo passa 18 horas em combate para depois se ver forçada a desistir por razões de saúde parece-me que se ultrapassou o limite de razoabilidade.

Acaba tudo por ser uma questão de equilíbrio. Por um lado manter o jogo fácil para quem está a começar não perder o interesse e conseguir aprender o funcionamento do mesmo. Depois é necessário aumentar a dificuldade e a exigência em relação às capacidades do jogador (e do seu personagem). A existência de algumas criaturas mais difíceis (normalmente designadas por boss) é uma maneira interessante (e fácil por parte dos criadores dos jogos) de manter o interesse dos jogadores mais avançados. Normalmente este tipo de criaturas já necessita de ser enfrentado em grupo, o que puxa bastante pela vertente social que existe nos jogos MMORPG.

Em relação a este caso concreto parece-me que houve aqui qualquer coisa que falhou. A primeira hipótese é a guild ter cometido algum erro táctico e por isso não conseguiu ter sucesso frente à criatura. Parece-me pouco provável pois é umas das guilds mais experientes do jogo.

Na segunda hipótese (e a mais provável na minha opinião) houve um erro por parte da equipa de produção do jogo. Não houve o necessário cuidado na criação do referido boss e resultou uma criatura com características demasiado fortes e que desequilibra o jogo e a própria jogabilidade.

Por último isto pode ser apenas uma manobra publicitária promovida pelos criadores do jogo. Ao fazer uma criatura “impossível” vai necessariamente criar um pequeno hype à volta da questão. Ter tido a sorte de haver um grupo de malucos com 18 horas disponíveis para testar o boss foi um bonús. É uma questão que chama a atenção para o jogo e pode trazer novos jogadores pois este é um desafio capaz de atrair bastantes pessoas. O primeiro (ou os primeiros) que consigam destruir este boss vão receber algumas atenções e vai ficar ligados à história do jogo.

Será que é possível fazê-lo?

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Ago 06 2008

WTF?!

Published by AirDiogo under Game Review, Internet

WTF?! é um MMORPG, feito em Flash, que corre em qualquer lugar.

Não tem nada de complicado nos seus cerca de 10 níveis. Tem duas personagens à escolha e 15 criaturas divididas em 4 zonas. A deslocação é 2D (podendo ir para a esquerda ou para a direita) o que comparado com toda a oferta existente é muito abaixo. Em termos gráficos não se destaca particularmente.

Mas então porquê falar aqui deste jogo?

Porque o WTF?! é igual a todos os outros jogos MMORPG. E é isso mesmo que pretende pois é uma paródia ao World of Warcraft e a todos os jogos MMORPG semelhantes. Como tal tem de tudo o que os mais sérios têm mas de uma maneira muito mais divertida. Criaturas e monstros sem igual e missões que não lembravam a ninguém e que nos vão levar a encontrar, por exemplo, Karl Marx e Sigmund Freud.

Mas o melhor é mesmo experimentar.

WTF?!

Para quem procura um jogo a sério então o WTF?! não é a escolha certa.

Para todos os outros aqui ficam alguns momentos de divertimento desde que não levem as coisas a sério.

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Jul 28 2008

Wikipedia ou Google Knol?

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Na semana em que o Google lançou finalmente o Google Knol uma das questões que eu coloco é se este novo serviço vai (ou pretende) substituir a Wikipedia? Devo desde já avisar que provavelmente a minha opinião é muito parcial.

Sou um fã do Google. Não só como motor de busca (uso e abuso do meu iGoogle), como leitor de blogs (com o Google Reader) mas também como ferramenta para blogger (e webmasters) com o Google Analytics e as Webmaster Tools . Estas são ambas ferramentas muito poderosas e que são oferecidas de forma gratuita. E quanto ao Gmail nem vou dizer nada tal é o meu vicio. Na realidade são tantos os serviços que uso que estar a enumerá-los seria perder tempo (no “My Account” aparecem 12 mas devem ainda ser mais).

Dito isto devo também admitir que sou fã da Wikipedia. Acho que é uma fonte de informação muito útil e como blogger também a uso muito para ajudar a definir conceitos sem ter que perder tempo a explicá-los. Deixo o link e quem precisar de mais informação pode consultar. Uso em Português ou em Inglês conforme me apetece.

Então a questão coloca-se mais de qual eu sou maior fã?  Uma das coisas que mais gosto e admiro na Wikipedia é que é feita pelas pessoas de forma colaborativa. Mas também o Google Knol o é. Por isso acho que neste temos um empate.

Ainda não explorei bem o Google Knol para poder falar da qualidade dos artigos, mas tendo em conta o que disse acima devo partir do princípio que com o tempo a qualidade será (se não é já) igual à da Wikipedia (para o melhor e para o pior).

Acho que então a questão deixa tanto de ser uma escolha baseada em critérios técnicos e passa mais a ser pessoal. Por princípio tendo sempre a preferir o David ao Golias. Mas quem é quem nesta história?

A Wikipedia já cá anda há muito tempo o que lhe permitiu criar uma marca e obter reconhecimento como fonte de informação. Muitos (tal como eu) entram lá directamente para fazer as buscas. Muito raramente faço esse tipo de buscas através de um motor de busca. O Google Knol pelas informações que tenho lido nos últimos dias está a ser muito favorecido nas pesquisas. Até é natural pois é claro que o Google prefere os próprios sites ao resto da internet.

Mas neste último ponto é que a porca torce o rabo (ou eu torço o nariz). Só por o site “ser da casa” não é garantia de ser melhor que o resto da internet. O Google está a usar o seu poder para promover e difundir um dos seus serviços. Ainda por cima parece que, e de acordo com os relatos que andam na internet, algumas páginas vão ter publicidade (apesar de não ter conseguido encontrar nenhuma). Logo é apenas mais uma estratégia comercial e que, na minha opinião, talvez abuse de uma posição concorrencial mais forte.

Não estará o Google a tornar-se na Microsoft dos motores de pesquisa? Ou somos nós que estamos a fazer do Google ser a potência que é? A verdade é que a internet sem o Google e as suas ferramentas e produtos muito dificilmente seria a mesma coisa.

Eu pessoalmente vou continuar a usar o Google. Não pretendo de forma alguma com este texto criar um movimento anti-Google. Como já disse no início algumas coisas do Google até dão jeito e são fundamentais para mim.

Mas da mesma forma não vou abandonar a Wikipedia. Com o tempo talvez comece também a usar o Google Knol. Quem sabe? Mas aqui fica registada a minha preocupação, ou se preferirem, a minha reflexão.

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Jul 26 2008

PageRank™ - a nova religião

Published by AirDiogo under Blogging, Internet

O PageRank™ tornou-se na nova religião para muitos bloggers e vêem o SEO como a sua igreja.

No dia em que o Google actualizou de novo o PageRank™ das páginas que indexa certamente que se vai ouvir falar muito deste assunto. Alguns vão-se lamentar e outros certamente estarão muito contentes.

Uma pesquisa rápida mostra que para a expressão “aumentar o PageRank” o Google devolve cerca de 28.000 resultados (a expressão “PageRank” devolve 132 milhões).

Para clarificar, o PageRank™ (trademark do Google) é um algoritmo matemático (patenteado pela Universidade de Stanford e não pelo Google) que analisa os links para uma página atribuindo assim um valor matemático. Esse valor juntamente com outros dados recolhidos pelo Google vão ser usados para definir a ordem das páginas quando o Google faz uma pesquisa. Quanto maior o PageRank™ mais acima será colocada a página e assim aumentando obviamente as hipóteses de consultada.

Pelas razões acima mencionadas percebe-se a importância do assunto para muitos bloggers. De tal forma que se desenvolveu um mercado (bastante próspero até) à volta dele. Mostram-se mil e um truques para aumentar o PageRank™ e há quem prometa conseguir resultados como consultor.

Na realidade é difícil prometer alguma coisa pois a forma como as pesquisas são indexadas é guardado em segredo pelo Google que tem nos últimos tempos desenvolvido maneiras de detectar manipulações e fraudes. Apesar disso o Black Hat SEO (ou Spamdexing) ainda apanha muitos desprevenidos e dá a ganhar a muitos. Pode quase ser considerado uma forma de adoração ao demónio (continuando a analogia do início do texto).

Na prática seguir alguns destes modelos ou esquemas é tão fiável como acender uma velinha a um qualquer santo ou sacrificar galinhas num estranho ritual de adoração demoníaca.

A preocupação e o tempo perdido a tentar obter resultados muitas vezes reflecte-se negativamente pois a qualidade dos textos diminui e alguns dos esquemas são fortemente penalizados pelo Google, o que acaba por produzir efeitos negativos e contrários ao desejado.

Black Magic SEO

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